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Projeto para a Regeneração da Indústria Têxtil Portuguesa apoiou 20 projetos e traçou perfil do empreendedor português

Ao fim de quase dois anos de trabalho intenso com empresas, ideias e projetos, o projeto Regeneração da Indústria Têxtil (R’ITV) chega ao fim com resultados extremamente positivos.

Há 20 projetos que foram apoiados (alguns no interior do país), outros premiados; e um retrato mais lúcido do perfil dos empreendedores nacionais num dos clusters mais competitivos do mundo, dados expressivos sobre o investimento em I&D e qual o posicionamento do setor em Portugal relativamente à Galiza.

Promover o Empreendedorismo Inovador, Qualificado e Criativo na Fileira Têxtil e Vestuário foi o objetivo cimeiro do projeto de Regeneração da Indústria Têxtil e Vestuário, de forma a dinamizar o ecossistema empreendedor desta fileira, para facilitar o desenvolvimento de empresas inovadoras, qualificadas e criativas, com potencial de internacionalização.

Durante quase 2 anos, diversas entidades como a Astrolábio, SA, o CITEVE – Centro Tecnológico das Indústrias Têxtil e do Vestuário de Portugal, MyPlace, Modatex, a Comunicadores & Associados, a Universidade de Aveiro, a Universidade da Beira Interior e a Universidade do Minho, o Instituto Politécnico do Cávado e do Ave (IPCA), Atlântico Business School (ABS), entre outras, em conjunto com a Associação Têxtil e Vestuário de Portugal (ATP), escrutinaram potenciais ideias de negócio qualificados do sector, mapearam oportunidades a empreender e traçaram o perfil do empreendedor na fileira ITV. Identificaram-se na fileira que 64% dos empreendedores são homens, entre os 45 e os 54 anos, sendo que quase 33% tem está na casa dos 35/44. Em matéria de habilitações, 59,3% possui licenciatura e 54,6% dos inquiridos vêm o empreendedorismo como 1ª opção no momento de integrar o mercado de trabalho.

No que toca ao benchmarking com a Galiza, o trabalho desenvolvido permitiu concluir que o investimento em I&D+i em Portugal é superior ao da Galiza e até mesmo de toda a fileira espanhola, com as universidades portuguesas a terem um papel ativo neste investimento.

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